Levi’s Stadium, em Santa Clara, Califórnia, está pronto para receber a final mais aguardada da temporada: New England Patriots x Seattle Seahawks
O Super Bowl LX.
Depois de uma longa temporada, essas duas franquias tradicionais da NFL chegam a este momento com histórias diferentes, muita esperança e uma chance de acrescentar mais um capítulo inesquecível à rica narrativa do futebol americano.
O Levi’s Stadium, casa dos San Francisco 49ers, recebe mais uma vez a grande final da NFL, reunindo torcidas, emoção e espetáculo. Para além do jogo, um dos momentos mais aguardados é o show do intervalo, que promete ficar na memória dos fãs, comandado por Bad Bunny, responsável por transformar o meio do jogo em um grande evento musical.
Dois times, duas trajetórias
Os New England Patriots chegam ao Super Bowl pela primeira vez em vários anos em uma fase pós-era Brady-Belichick, mas com tanta tradição quanto sempre tiveram. A franquia já participou de 12 Super Bowls, conquistando o título em seis oportunidades, um dos maiores legados do esporte, e agora busca o sétimo troféu, um recorde histórico que os tornaria ainda mais gigantes na NFL.
Do outro lado está o Seattle Seahawks, que volta à final com uma equipe renovada, liderança defensiva forte e um ataque consistente, prontos para tentar a sua segunda conquista do sonhado troféu. Eles já foram campeões anteriormente e chegam aqui com confiança e um time equilibrado, pronto para desafiar a tradição dos Patriots.
Vale lembrar que os Seattle Seahawks conquistaram apenas um Super Bowl em sua história, no Super Bowl XLVIII, em 2014, quando atropelaram o Denver Broncos por 43 a 8, em uma das finais mais dominantes da NFL. Foi o auge da era da “Legion of Boom” e o momento em que Seattle entrou de vez na elite da liga. Desde então, o time busca repetir aquele feito, enquanto encara agora os New England Patriots, uma das franquias mais vitoriosas da história, em mais um capítulo decisivo dessa trajetória.
Reencontro histórico
O encontro de hoje tem um sabor especial porque é uma revanche de um Super Bowl icônico de mais de uma década atrás. No Super Bowl XLIX, disputado em fevereiro de 2015, os Patriots derrotaram os Seahawks por 28 a 24 num dos jogos mais memoráveis da história da liga, marcado pela lendária interceptação de Malcolm Butler na linha de uma jarda, um momento que entrou para o folclore do esporte.
Naquele jogo, Brady comandou a vitória com precisão cirúrgica e foi eleito MVP, consolidando ainda mais seu legado como um dos maiores de todos os tempos. Hoje, sem a presença dele em campo, os Patriots buscam provar que a tradição e a cultura vencedora que ele ajudou a construir continuam vivas.
Tom Brady: o maior de todos
E por falar em legado, é impossível falar de Patriots sem mencionar Tom Brady, consistentemente apontado como o GOAT, o maior de todos no esporte. Com sete anéis de Super Bowl (seis com New England e um com Tampa Bay), Brady transformou o que significava excelência na NFL.
O mais emocionante deste Super Bowl é ver o franquia que ele ajudou a elevar ao panteão do futebol americano chegar à final novamente, sem sua estrela maior em campo, mantendo viva a chama da sua grande era. Isso mostra que o espírito do time não foi apenas um momento histórico, foi uma cultura que ainda pulsa forte, e claro, torcemos muito para que os Patriots consigam agora o título em cima de seus rivais de longa data.
Nossa torcida está definida
Hoje, nossa camisa é New England Patriots. Não porque Tom Brady não está em campo, mas porque a história deles é história do esporte. Porque, mesmo em fase de renovação, eles continuam carregando tradição, garra e a ambição de escrever mais um capítulo glorioso. Torcemos para que o relógio pare a nosso favor, para que esse título também se junte à rica galeria de conquistas da franquia.











